CANNES PRESTA HOMENAGEM AO NOVO CINEMA

Desde que nasceu, há 69 anos, o Festival de Cannes transforma, no mês de maio, a pequena cidade do sul da França de 73 234 habitantes, no maior acontecimento do cinema europeu. O Festival é fiel à sua vocação fundadora: revelar e valorizar obras, para servir a evolução do cinema e favorecer o desenvolvimento da indústria da 7ª arte. A 69.ª edição do Festival de Cannes, sob a presidência do realizador, argumentista e produtor australiano George Miller, realizou-se de 11 a 22 deste mês e decidiu atribuir a Palma de Ouro, a mais alta distinção, ao filme “I, Daniel Blake” (2016), dirigido por Ken Loach e com 100 minutos de duração. Loach tem 80 anos, filma há cinco décadas e “I, Daniel Blake” fica na história como um dos seus grandes filmes. O Grande Prémio foi para Xavier Dolan, com o filme “Juste la Fin du Monde”, uma produção do Canadá e França, que conta a história de um escritor que está próximo da morte e volta à sua cidade natal, após 12 anos de ausência. Conhecido pela escadaria com o seu tapete vermelho e os atores e realizadores do mundo inteiro vestidos para a ocasião, Cannes continua a ser o lugar de sonho para muita gente da profissão.

por Sandra Simões

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