APPLE E GOVERNO NORTE-AMERICANO EM CONFLITO

O governo dos Estados Unidos da América pediu ajuda à Apple (empresa tecnológica multinacional) para aceder ao iPhone (smartphone da marca) de Syed Rizwan Farook, o terrorista que matou 14 pessoas a tiro na Califórnia, no dia 2 de dezembro de 2015. O terrorista em questão e a sua esposa, membros do Estado Islâmico, morreram no atentado.
No dia seguinte, o FBI (Federal Bureau of Investigation) abriu uma investigação antiterrorista mas apesar da ordem judicial, Tim Cook, CEO (diretor) da Apple, não vai entregar os dados do telemóvel e já garantiu que vai apresentar recurso em tribunal. “O Governo dos Estados Unidos exigiu que se dê um passo sem precedentes que atenta contra a segurança dos nossos clientes. Opomo-nos a esta ordem” explicou através o comunicado.

Desde setembro de 2014 que os dados dos aparelhos da Apple, incluindo mensagens de texto e fotografias, passaram a estar encriptados, permitindo apenas ao detentor da password (palavra-chave) utilizar e aceder a esses dados e conteúdos.

por Manuel Santos

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