A NONA ARTE AOS QUADRADINHOS

A banda desenhada tem as suas raízes na Europa. Mistura texto e imagem, com o objetivo de contar uma história. Hoje é considerada a nona arte e reúne um conjunto de estilos e autores que se estendem pelo mundo. Rodolphe Topffer, um germano-suíço, foi o primeiro a perceber as potencialidades de contar histórias aos quadradinhos e, depois do seu primeiro livro chegar aos Estados Unidos, a “febre” aos quadrados estava lançada para sempre. Na Europa, a explosão desta arte dá-se nos anos 50 e 60, com o surgimento de revistas especializadas e personagens como Tintin, Spirou, Blacke & Mortimer ou Lucky Luke. Mais tarde, outras personagens enriquecem o panorama da BD europeia como, Corto Maltese, enquanto no Japão nascem as “Manga”.


Encontros bedéfilos Atualmente há milhares de fãs de BD espalhados por Portugal e a prová-lo estão os muitos eventos bedéfilos dedicados aos quadradinhos, que vão acontecendo, como o que se estreou no mês passado, o “Coimbra BD – Mostra Nacional de Banda Desenhada”. E quando se fala de BD nacional, é obrigatório referir José Garcês, prestes a completar 70 anos de carreira e 88 de vida, que se estreou em 1946, com a publicação da história “Inferno verde” na revista O Mosquito.

por Sandra Simões

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